Vejam quem chegará logo e com nova roupagem.


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Depois de conhecer o belo e misterioso Marcus, no badalado Carnaval carioca, e ser abandonada por ele, Thaissa retoma sua rotina carregada de boas lembranças e um desejo intenso de algo que ficara inacabado e a atormentava constantemente. Enquanto tentava, sem sucesso, esquecer-se das carícias e dos beijos que partilharam surge a sua frente o novo sócio da empresa de seu pai. E ele é nada mais nada menos que Marcus, o homem que tumultuava seus pensamentos. Começará aí um jogo de paixão, luxúria, mágoa e intrigas. Em que o destino, usando de suas artimanhas, lhes colocará frente a frente para o confronto final. Onde vencerão juntos, ou ambos sairão perdedores. Quem será o grande vencedor nesse jogo de amor?

E agora!?







E quando a mente te diz chega e o coração quer insistir um pouco mais...

Difícil né!? Muito alias. Nem sempre esses dois "parceiros" buscam as mesmas coisas, os mesmos caminhos. E´quando um quer a mudança e o outro insiste na mesmice, aí a coisa pega e sofremos desnecessariamente por não haver um consenso em nós mesmo.
Nessa hora pensamos ouvir o coração, nosso maior legado. Mas quem disse que ele é sempre o certo?
Quem nos garante que esse sonhador incansável não está se enganando, nos enganando.
Nessa hora entra nosso lado do subconsciente, nossa intuição, que deveria ser nossa mais próxima amiga. Que atire a primeira pedra quem nunca deixou de ouvir sua intuição e se ferrou. Eu já e não foi poucas vezes. Mas ela também pode se enganar por uma questão psicológica, um medo ou até mesmo por querermos muito uma coisa. Aí só nesta mesmo confiar no tempo. Mas esse danado também não é a grande salvação de todos nós. Ele as vezes nos engana e podemos estar esperando por alguma coisa que na verdade  já não vale a pena esperar. Aí o tempo não será nosso melhor amigo. Ele servirá apenas para nos mostrar que perdemos parte dele na espera de algo que nunca chegaria, nunca se realizará.
Vemos então que não temos uma grande luz no final do túnel, não é mesmo!? Digo no sentido pessoal, não estou misturando aqui fé com carne. O assunto é mais frágil e humano. E como somos frágeis!...
Sendo assim nos resta a certeza de que, se não valeu a pena, pelo menos nos ensinará alguma coisa. E aí daquele que não aprende com as lições do universo, porque perderá ainda mais do seu tempo revivendo situações que não precisava estar revivendo.
Esse é ainda nosso maior legado, mas reconhecer a pedra na qual já tropeçamos não é sempre fácil. Porém, só não levanta da lama quem não quer.
Caiu uma, duas vezes. Tudo bem!
Só não se permita cair e levantar sem ter certeza de que aprendeu alguma coisa, por menor que seja.

Beijokas!
Dill